segunda-feira, 12 de abril de 2010

O maior problema do mundo!

Estou convencido de que o maior problema do mundo (leia-se dos seres Humanos que habitam esse mundo) pode ser resumido em apenas uma palavra:

INDIFERENÇA

Afinal, se podemos considerar que a maioria das pessoas é bem intencionada, então como é que uma minoria pode gerar tanto estrago?

Sugestão: Tomemos uma decisão agora em nossas vidas para que nunca mais deixemos passar em branco qualquer ato de injustiça/corrupção/violência/etc, sem que (pelo menos) demonstremos nossa desaprovação ao ato de forma clara e inequívoca.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009


Emancipate yourselves from mental slavery;

Redemption Song (Bob Marley)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Como será o futuro neste país?

Um ano e três dias após o meu último post estou precisando compartilhar e pedir a opinião de vocês sobre o futuro neste país considerando a situação atual das escolas públicas. Tenho um amigo que dá aula num colégio público em São Paulo e as histórias que ele conta são difíceis de acreditar. Ele já deu aula em pelo menos dois colégios diferentes e segundo ele essas coisas acontecem em todos os colégios. E olha que estamos falando do estado mais rico deste país. Imagina como devem ser as coisas lá na minha terra natal no Nordeste. Resumindo:

- Aula sexta-feira de noite?! Nenhum estudante vai
- Estudante com zero ser reprovado? Não pode
- Estudante que falta todas as aulas ser reprovado? Também não pode
- Estudante bater no professor ou fazer ameaças?! Ah, isso pode
- Professor fingir que dá aula? Isso também pode

O que eu gostaria de entender é o que aconteceu nos últimos 40 anos para as coisas terem ficado desse jeito. A geração de meu pai estudou em colégio público e o nível do ensino era outro! Os estudantes respeitavam o professor e tinham que estudar para passar. Por que hoje ninguém precisa mais estudar para passar de ano? O que havia de errado no sistema antigo? Alguém consegue me dar uma boa resposta? Eu não consigo entender a lógica de dar um diploma para um estudante que não sabe nada.

Eu tenho medo do que vai acontecer com o fim do vestibular e com as políticas de quotas para as universidades. Eu concordo que o esquema atual restringe a universidade para aqueles que estudaram em colégio particular durante alguma parte da sua vida. A melhor solução não seria aumentar o nível do ensino nas escolas públicas? Como é que uma pessoa que terminou o segundo grau sem estudar nada vai ter condições de fazer um curso numa universidade? Ou vai desistir de cara ou então vão ter que mudar as regras na universidade e permitir que pessoas com zero sejam aprovadas.

A grande questão é porque não aumentar o nível nas escolas públicas, ou melhor, porque não voltar o nível para o nível que tinha antigamente? Porque vai levar muito tempo? De quem foi a culpa dos últimos 40 anos por ter deixado as coisas ficarem do jeito que ficou? Provavelmente de todos nós que mantivemos as mesmas famílias no poder por tanto tempo fazendo o que queriam com nosso dinheiro.

Também tenho medo da pesquisa nesse país. Todo mundo que faz pós-graduação sabe que a base da pesquisa são os estudantes. Excluindo-se raras exceções, os professores não fazem pesquisa sozinhos. Se o nível dos estudantes cair, como é que vamos competir com os outros países?

O post tem mais perguntas do que respostas justamente porque eu preciso da opinião de outras pessoas antes de tirar uma conclusão, apesar de parecer que eu já tenha minha conclusão.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Quem manda no Brasil?

Vejam o novo link adicionado à seção "Lição de casa"... PLIM! PLIM!

domingo, 20 de abril de 2008

A Origem do Capital

Durante a leitura do livro "A Origem do Capital", de Karl Marx há uma nota de rodapé interessante que cita Goethe a respeito de como surgiu o capital:

"Goethe, irritado com estas tolices, burla-se delas no diálogo seguinte:
O professor: Dize-me, pois, de onde veio a fortuna de teu pai?
O menino: De meu avô.
O professor: E a deste?
O menino: De meu bisavô.
O professor: E a deste último?
O menino: Ele a tomou"

Hum... O dever de casa que fica para a gente é responder a pergunta: Tomou de quem?

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Controle através do consumismo

Vejam o novo link adicionado à seção "Lição de casa"...

...parem de pensar e comecem a comprar!!

segunda-feira, 17 de março de 2008

Sabedoria convencional


Foi John Kenneth Galbraith, o superletrado mago da economia, que cunhou a expressão "sabedoria convencional".

Ele não a considerava um elogio. "Associamos a verdade à conveniência", escreveu, "àquilo que mais intimamente combina com o interesse e o bem-estar pessoal ou que mais intensamente prometa evitar grandes incômodos ou uma indesejável reviravolta. Também consideramos altamente aceitável aquilo que mais contribua para aumentar a auto-estima."

O comportamento econômico e social, acrescentou Galbraith, "é complexo, sendo mentalmente cansativo entender sua natureza. Por isso, nos agarramos, como se fosse a um bote, as idéias que representam o nosso ponto de vista".

Assim é que, sob o ponto de vista de Galbraith, a sabedoria convencional deve ser simples, conveniente, cômoda e confortadora - embora não necessariamente verdadeira.

Steven D. Levitt, Stephen J. Dubner, "Freakonomics: O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta", 7a edição, pag. 91. Wikipedia: (Pt, En)

É... ninguém disse que PENSAR seria uma tarefa fácil!